quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Tantas vezes como gostaria...

Pois... Gosto de pessoas.
Adoro pessoas simpáticas. Agradáveis... Há muito tempo que reparava em ti. És doce, escutava-te a voz, percebia-te os «movimentos». Olhava com olhos de homem para ti... Não passas despercebida...

Um dia conheci-te... E estremeci... És realmente motivadora. Bonita, sensual e ao mesmo tempo... muito menina... Conversas fácil. Tens cabecinha. Tens diálogo bom.
És de cumplicidades. Meiga e terna.

É dificil resistir... Já percebeste. Estamos envolvidos... E sim. Quero abraçar-te com muita força... Desejo tanto...

Confesso-te... O nosso envolvimento é um pouco como a vida...
Por vezes... altos e baixos. Importa saber o que queremos. O que procuramos. Como nos sentimos quando estamos juntos...

Gosto de ti... é um facto. Mantenho as palavras que te mandei na altura...
Agora, o Mundo pula e avança. «Crescemos» também com o que «sofremos».

As relações são mesmo assim... Quando passa aquela fase de grande «ansiedade»... começa o grande conhecimento um do outro...
É o que sinto agora. O mais importante para mim, como sabes, é não te magoar, nem te prejudicar...
Beijo bom na tua vida... E sim... Gosto de estar contigo. Só não posso estar tantas vezes como gostaria...

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Suave e doce Luzinha...

Quero Tudo escrevia alguém... Texto profundíssimo. Muito íntimo. Muito terno...

É impossível. Ninguém pode ter!!! Tudo!!! Felizmente que «nunca acontece». Lembro agora palavras sábias que me diziam: «Só podes estar em plenitude. A 100 por cento. Nunca a 95. Nunca a 99...»

Não sei gostar de outra forma. Tem sempre de ser assim. O melhor e o pior da vida. Quem ama em plenitude... Com a consciência que não «fere», que não «agride», que não «molesta»...

Dizíamos, por vezes: «Amo-te tanto que te... odeio»! Era verdade. É verdade hoje ainda. Talvez agora mais «tranquilamente». Como que querendo esvanecer qualquer coisa. Viver «um e outro» é diferente. Um para o outro. Lado a lado. Não assim... Não pode ser assim...

És diferente. Às vezes dava comigo a pensar em como concentrar-me. Desconcentraste-me por completo. Durante este tempo «passei-me». Tive sempre a sensação que não «estive cá». Que não «estive contigo»... Que não estiveste comigo.

Sei que sim. Sei que estivemos. Que nos olhámos. Que nos tocámos. Pelo «inesperado» da nossa relação. Pela sedução. Pela ternura. Pelas lágrimas... claro! Se não fosse também «com elas»...

Também pela cumplicidade. Pelo «toque». Pelo corpo. Pelo amor... Valeu a pena. Sim. Valeu a pena. Muito. Sempre. Como ainda agora... Inesquecível será. Por tudo.

Amar para além de amar-te... Fomos nós que o fizemos...

Ainda bem que há amor assim...

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Não é fácil...

Olá doce amiga...

Sabes que desde a «Irlanda» que fiquei sensibilizado com a tua atitude. O boneco é lindo... e tu és fixe. Não é fácil falarmos até porque... tu és patroa e eu sou... «empregado».

Mas não é isso que me impede de te dizer: és novinha. Tens a vida toda à frente... Goza-te dela. És linda. E se realmente... és fixe... por que não... enfim, bom, dizer o quê? Não sei dar conselhos. Aliás... eu? Tá bem tá. Quem me dera a mim... saber como viver... Juízo ok? Feliz... tenta.

É difícil mesmo.

Sabes a frase da minha vida: Não é fácil... Portanto!!!

ps Este texto «faz tempo» que foi escrito. Não deixa de ser curioso a «actualidade» dele...

domingo, 20 de setembro de 2009

Saudades...

Olá... É este sábado que voltas a «ter a minha idade»...

É um «pormenor» que está tão em voga hoje comigo. Sempre teve. A idade dos «relacionamentos»... Terá influência?

Será que existe mesmo uma idade para amar ou ser... feliz? A diferença entre quem ama e quem se deixa amar. Como e porquê uma pessoa de 40 anos se apaixona por uma de 20... Como e porquê uma pessoa de 30 anos se «aproxima» de alguém com... 50? Alguém explica? Existe uma idade para amar? O que «baliza» a idade do amor?

Tenho saudades tuas. «Tremo» sempre quando se aproxima a primeira semana de Setembro... Saudades de voltar a ser lindo. Saudades de te ouvir dizer R....

Saudades de sentir os teus braços e a tua suave ternura... Muitas saudades mesmo... Fazes-me falta. Vamos assumir: somos todos carentes de alguma coisa. Do quê é que muitas vezes nem supomos...

Hoje mesmo lembrei-me de quem «me guardava o carro». Tinha sempre uma palavra de grande conforto e carinho comigo. Dizia-me naquelas alturas «menos boas»: «Está triste hoje. Não trouxe o seu sorriso envergonhado. O que se passa consigo»...

Senti falta disso hoje. Tanta... Como sempre...

Que estejas fixe... Beijo grande no teu coração...

Ai música...

São músicas que mexem muito comigo até pela forma como são sentidas...

Por cada pessoa importante que passou pela minha vida eu «tenho» uma música... Comecei há muitos anos com «So Do I», de Paulo Gonzo. Depois talvez «Heaven», de Brian Adams. Amava também «Zoom», de Fat Larry's Band e tanto mas tanto... «I Should Have Known Better», de Jim Diamond.

Ainda hoje ouço... «Soy Yo», de Luis Miguel; também «essa tal» dos Anjos e... «Dont Go», de uma cantora mexicana chamada Régine Velasquez...

Como sabes, amei muito e fui muito amado. E o melhor de tudo é que nunca houve rupturas. Ficámos amigos sempre. Ainda hoje... por vezes falamos... e sempre com um brilho nos olhos como que tentanto e querendo dizer: «Como teria sido a vida com este 'gajo' ao lado?».

Pois... Eu também penso sempre o mesmo...

Abracinho...

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

My Love...

Queria dizer algo mas a «inspiração» foi-se...
Sei que mesmo naquela fase «de amigos» era assim. Sempre perigoso... claro!
Grande cumplicidade, grande ternura, grande... ansiedade... Pouca tranquilidade! Pois...

Lembro a doce Ana, a «minha» voz mais ternurenta, que nos seus vaivéns entre a Ericeira e a sua existência, refere-se sempre com enorme paixão às suas «urzes», aos seus «cálices», aos seus «champanhes», às suas «rosas». Como ela gosta de sonhar... Como nos leva a sonhar...

Obrigado por me dares essa capacidade... E sim... Sonhei. Durante algum tempo. Um sonho, novamente, algo «perigoso» mas são «aqueles» que mais me apetece... sonhar... Sempre em verdade. Sempre em consciência. Mas... arriscando em demasia a minha «suave» tranquilidade... Acho até que talvez tenha ido «longe demais»... Utopias e incongruências... Afinal, tens 29 anos...

Dizia-te «my love»... És doce, intranquila, insubmissa, pouco fria, sabes o que queres e o que não queres, procuras o teu caminho... Vais encontrá-lo... Uma «Suave Tranquilidade» para a tua Vida.

Beijinho no teu coração...

terça-feira, 7 de julho de 2009


Olá...

Pensei mandar a mensagem pelo telemóvel mas depois «reparei» que não tenho o direito de te importunar...

Mas... Penso que faz amanhã um ano que te conheci. Como o tempo passa. Voa. Foi a 7 ou a 9... O mês passado mandei fora a factura do cd do TT. Já não dá para precisar o dia. Não sou muito de datas. Ou sou. Acho que não sei...

Mas isso agora também não interessa...

Sei que foste a pessoa que mais contribuiu para ser o homem que... sou. Andei a vida toda à procura disto. De ser tranquilo. E, graças a ti, hoje sou...

Que nunca tenhas «frio» na vida...

Beijo enorme, doce surfista abençoada...

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Tum Tum Tum Tum... Para ti Mafalda...

... Assim chegou de mansinho. Seriam cerca das 3 da madrugada. Quem seria?
- Olá, boa noite. Quem é?
- Sou eu... o teu coração.
- O meu coração, a esta hora? O que queres?
- Venho bater-te com toda a força. Tens andado a exceder-te. Não pode ser. Não sabes viver em meio termo?
- Não. Não sei... A esta hora. Porra. Estava a dormir tão bem...
- Como sabes, chego sempre sem avisar. Toma. Tum tum tum tum tum.
- Pára, porra. Pára. O que queres? Diz-me.
- Ou abrandas o teu ritmo ou acabas como muitos... sete palmos abaixo da terra. Tás disposto a partir?
- Mas porquê agora? Tenho andado sossegado, com pouco stress, descansado, calmo.
- Achas? O que deixas de dormir, o que te desgastas a correr, o que te desgastas a pensar de mais?
- Porra, só por isso? Adoro correr, não gosto de dormir. Acho que descanso o que tenho de descansar.
- Ah é verdade. Tens que mandar vir a outra metade do teu coração.
- A outra metade?
- Sim, a que deixaste para trás. Já te esqueceste? Por isso é que andamos a funcionar mal. Diz-lhe para te mandar. Ou então vai buscá-la...
- A outra metade vai ficar sempre lá, tu sabes. Tens de te habituar a trabalhar sozinho. A outra parte de mim... está longe. Na outra margem.
- Então, vamos fazer uma coisa: diz-lhe para a guardar sempre junto ao peito. E repete-lhe aquilo que lhe queres dizer...
- Foca... nada sempre junto à margem. Sempre pertinho... «Agarra-te sempre a mim». Nunca partas. Nunca, ok?

Ana...


Não... É incondicional. É o que sinto. E ninguém consegue capacitar-me do contrário...


- Tu foste a mulher que mais amei na vida... Vou recordar-te sempre. Vou amar-te sempre!!! A tua felicidade é a minha. Mesmo que não estejas comigo... Seja com quem for. Interessa é perceberes que «estaremos sempre juntos»...

- O teu conceito de amor não é o mesmo que o meu... por isso, nunca vou perceber... nem acredito no que dizes...

- Ana, tu tiveste-me ao pé... Conheces-me. Passo noites a chorar a pensar em ti... É o que eu acredito. Vou amar-te sempre... Toda a vida!!!

80 anos...


Olá... É hoje. Fazes 80 anos. Oitenta. «Curtos» e tão bonitos. Estás tão bem ainda. Altiva. Lúcida. «De mangas arregaçadas»...


Acordei emocionado e ansioso. Ainda não te consegui ligar. Continuo «angustiado». Dizes-me muito. Fazes-me muito. Amas-me, Ajudas-me, Amparas-me, Animas-me, Apoias-me, Abraças-me... Adoras-me. Tenho a felicidade de ter duas «mães». Lembro, algumas vezes, aqueles que não tiveram a felicidade de sentir o carinho e o amor de mãe. De poder contar com o apoio daquelas «três letras pequenas» para a difícil «estrada» que é a vida...


Sou um felizardo. Um privilegiado. Tenho duas... que se complementam. Se te pedisse para «ofereceres» um pouco do teu amor «áqueles» que nunca o sentiram tenho a absoluta certeza que não o negavas. Tal é o «tamanho» do teu coração. Dás... sem pedir nada em troca. Fazes o mesmo em relação à minha filha. Nunca te vou ser suficientemente grato... Digo-te, por graça, que ainda vais ajudar a cuidar da minha... neta. Quero acreditar que sim. Que me vais ajudar!!!


Estás elevada à categoria de pessoas imortais. Nunca vais morrer. Vais viver para sempre... Para ti, hoje... com lágrimas... claro, mas de muita felicidade e eterna gratidão, um beijo no coração...

Saudades de um Verão... estranho


Vai parecer estranho... Os «sentires» que aqui deixamos poderão sempre ser entendidos de diversas formas.


Será que o que escrevemos «neste sítio» terá de ter sempre um destinatário? Para quem me «conhece»... não!!! Hoje é «para mim».


Foi para aí em meados de Julho. Princípios talvez. Ou a meio. Acho que me lembro. Sim. Acho que sim.


Se pensar num grande amigo que me dizia: «Manel... foi como um flash». Vai ficar para a vida «inteira».


Para ele, entretanto, os dias não têm sido... fáceis. Os dias e as noites são duras. Cruéis quase. Muito. Demasiado cruéis e «despidos»...


Sei que foi no Verão. Ou quase. Ou já era. Estava calor. Algum. Mas também nada interessava. Só ela. Foi um... «flash». Tinhas razão, Mário. Hoje, voltei a «ver-te». Estás deslumbrante. Magnífica. Soberba. Linda. Desumana.


Tenho saudades. Tuas e do Sol... Eu sei. Vai parecer estranho para quem me conhece...

Laptop...


Please.. make a scan of your disk... Imaginemos que os seres humanos poderiam ser formatados. As pessoas. Os homens. As mulheres. Os seres unicamente por o... serem. Seres.


Fazer um restart ou mesmo um shutdown à nossa vida. Começar de novo e fazer como no pc... Quer gravar este ficheiro? O que se responderia? Grava como? Grava... tão-somente? Como perceber que nem tudo o que é... é? Que programa seríamos? Word? Powerpoint? Photoshop? Excel? Ou um vírus? Teríamos sabedoria suficiente para agirmos como um... vírus?


Conseguiríamos fazer um upgrade ao «personal computer» de alguém que muito gostamos? Seria possível algum vírus «manietar», mesmo que inconscientemente, a «memória virtual» da nossa outra... parte? Vamos partir do princípio que somos... Excel.


Assimilamos números e células. «Baralhamos» muito bem e entre os A's, os B's, os C's e os D's metemos as «continhas da nossa essência». Que soma daria? Tudo se mederia em percentagens, em cálculos, em números ou em metafísicas?


Não. Não, querida. Nem tudo é medido em... percentagens. Nem tudo tem uma explicação matemática e científica. Muito menos... racional. Eu diria até mais... Muito menos... irracional. Tudo é coração + sentidos + sabores + essências + intuição... «We takes to for a tango»... Mas para «navegar ao largo» podemos sempre ir... sozinhos!


Eu posso. Tu também. A «tua» resposta está na «memória virtual». Vai ao «backup» e escolhe só os momentos bons. Nunca te esqueças: «encosta-te» à parte boa da vida. É só aí que estamos entre os «nossos»... Sem «fretes», sem «lugares-comuns»... só mesmo em «liberdade»...

Cristina...


Bom... Anda tudo doido com esta «estória» do Benjamin Button... Que sim e que tal... e a vida ao contrário é uma maravilha. Mexe com os «neurónios».


O próprio Woody Allen já tem uma «deixa» àcerca disto... E não sei quê... caganda filme e cagandas interpretações. E o Brad é giro. E o «velho» é fixe. E a bailarina é divina. A negra é... enorme... E a fotografia, ui, ui. Existe por aí cada «boneco»... E com cada fotógrafo...


Mas... porra... quem ganhou foi o «Bilionário»... História simples e... barata!!!!


Pois... Tenho para mim. O que mais me motivou foi «Vicky Cristina Barcelona». Nesta «fase» interessa é... conhecer. E Oviedo é uma cidade interessantíssima... Sabes... adoro uma «noite inteira» a falar de coisa... nenhuma! As «coisas simples» são as mais bonitas da vida! As mais conseguidas por serem as mais trabalhosas. Onde as pessoas vão «nuas» para qualquer coisa.... Paul Young cantava: «Everytime you go away... you take a piece of me... with you». Eu «canto»: «Keep the best for... last»...

Sexta-feira...


Pois... Por vezes, coloco-me a questão: «Porra... O que se passa?» O meu outro «eu» responde: «Sabes... deficiências. Estrutura óssea frágil. A "mente" não acompanha a reacção do cérebro. Enquanto a "cabeça" manda para um lado... os dedos "escrevem" para outro.»


Ah... agradecido ao meu «eu»... outro... Bom jantar... hoje. Perfeito. Calmo. Açucarado. Essencialmente... sem essência. Tá-se...


O sol «queima-nos». Os combóios teimam em andar depressa. O mar... esse... está confuso. As pessoas também... É o tempo. É do tempo, dizem. Recalcadas, amorfas, abúlicas, sem reacção... Quase paradas. Tristes. Anda tudo triste. Sem rumo. À procura de um sinal. À espera de um sinal. De um toque. De um suspiro... de um ai. Foda-se. Sexta-feira. Dia bom para ser feliz. Noite óptima para encher a alma... Procurem o sinal...


Foda-se. O que se passa?

The art of the art...


Surpresa... Uma reportagem sobre pessoas «menos normais», passada há poucos minutos na SIC, levou-me a... pensar, como de um momento para o outro, uma opinião pode mudar. Centrava-se a reportagem àcerca de dois irmãos, adeptos de um clube de futebol, que foram ver a «primeira derrota» do clube ao Estádio... do Sport Lisboa e Benfica...


O rapaz, conhecedor e muito, da realidade «encarnada», debitava «conhecimentos» para a pessoa ao lado, depreendo que fosse o pai. Mas o que «marcou» foi o... final.


Na garagem, onde os jogadores guardam as suas potentes «bombas», os irmãos aguardavam-nos. E... é aqui que o que é... não é. Os atletas, com um grande sorriso, depois de uma derrota dura, cumprimentaram-nos efusivamente. Não com aquele sentimento de «pena» com que se olha para uma pessoa «diferente» mas com uma «altivez humana» que, pensava, não fosse comum. Pensava. Um sorriso que não era fingido. Uma palavra que não era «encenada». Uma «teatralidade que não era... «teatral».


Lembrei-me de quem faz o brilhante papel de, enquanto anónimos voluntários, ajudarem «outros» sem nada pedir. Probono como tão bem diz uma pessoa do coração. O agradecimento? Talvez um sorriso... tão-somente. É verdade... Uma opinião que muda. A minha...


The art of the... heart. Para ti, menina doce da mesma margem, que numa hora «mais difícil» da tua vida tornas fácil a difícil tarefa que é... falar com o... coração.


Que nunca tenhas frio...

Livro de instruções...


Bom... Começar como?... Dizendo-te que sou o teu melhor amigo mas que não sou perfeito... Saber que não sou mesmo o melhor pai do Mundo... apesar de eu pensar que sim...


És e serás sempre o grande amor da minha vida. A pessoa que me deixa sem dormir noites a fio... À espera... À tua espera.


Também te grito... é verdade. Mas também também te dou tantos, mas tantos beijinhos. Tanto amor... Faz parte das minhas... funções. Dos meus «atributos»... das minhas preocupações. Um dia vais perceber.


Dá para «ver» que não andas fixe. São fases da nossa vida. Penso mesmo que ninguém «anda». Um «conselho»: Não te deixes «abalar» pelos problemas dos outros. Já é tão difícil lidar com os nossos.


Beijinho. Passa um bom dia... Ah... outra coisa: adoro aquele cigarro que fumamos juntos, quando tu «andas sempre um passo atrás»... do meu... Isso também nos dá o direito de partilharmos outras coisas...


Não?...

Calor que provoca arrepio...


Nunca duvidei...


«Aquele» rio corre mesmo para o mar... Olhei para dentro. Vi-te em profundidade. Foi a primeira vez que te achei... surpreendida. Porra. Pensei: «Consegui mesmo dizer-lhe isto?»


A partir daí foi um «mundo ao contrário». «Curei-me». Dás-me em excesso. Habituas-me mal... Mimas-me tanto... Foi tudo. O sítio. A luz. Tu. O «teatro». O cenário.


Consigo absorver tudo mas do «outro lado». O Cristo Rei de onde estávamos é muito mais bonito. De certeza que era por estares do/ao meu lado... Ah... ela já me viu de manhã. Olhou-me. Não se lembrou. Não se «lembrou» que hoje é o «meu dia». Está zangada ainda, sabes? Bastante. Acho que não errei com ela. Podia ter sido menos... impulsivo. Mas não sei ser de outra forma. Vai ter os outros dias todos do ano para se lembrar do pai...


Ando a ouvir insistentemente no meu i-pod Broken Strings, de James Morrison. Logo a seguir vem Pode Alguém Ser Quem Não É, de Sérgio Godinho. Bob Seger também «lá está», com Against the Wind... Beijinho. Desculpa fumar tantos cigarros teus... é que além de me «enregelares» a alma ainda me... pões nervoso!!!

Chiado...


«Terra» mágica como são mágicos aqueles que o «percorrem».


Existe quem simplesmente o atravesse. Existem tão-somente quem o sinta... Tenho o raro privilégio de nele... permanecer.


Funciona quase como a «minha sala de visitas». Tem luz única. Um «ar» diferente. Um vento quente que sopra sempre. Quente. Mesmo no Inverno. Aristocrático. Orgulhoso do seu Pessoa que, majestoso, observa os que o rodeiam. Nunca se sente só. Pudera...


A vista soberba sobre o Tejo. Aquele rio que nos faz sonhar. As janelas. As igrejas. Os passeios. Os livros. As pessoas... A outra Margem... Venham. Faço questão de dizer «a quem gosto» para vir...


Recebo-os de braços abertos. Eu e Fernando... Pessoa.

Poder que não existe... e que não temos!


Esta semana, num daqueles almoços que, de tempos a tempos, «nos acontecem», uma doce pessoa me confidenciava: «Manel... o Mundo anda estranho. Passa-se qualquer coisa... Parece que as pessoas "de jeito" desapareceram»... Não existe «renovação»...


Conversámos e chegámos à conclusão que era verdade... Mas era a «nossa verdade». Tão-somente a «nossa conclusão». Terá a ver com a chegada da Primavera? Com a motivação do Deus Sol que faz com que a nossa cabeça «vaze» e comece à procura de novas ocupações?


Num exercício interior, meu, mais tarde, tentei ir mais longe: «Isto» concede um poder aos nossos «supostos amigos e conhecidos» que eles não o têm. Não o têm. Ponto final parágrafo, Com que «direito» te «bloqueiam», te «não respondem», te «julgam», «te fazem conversa nas costas»... É verdade, por incrível que possa parecer, «aqui», há muita maldicência. Muito cinismo. Será possível?... Vejo comentários em páginas de «supostos amigos» que depois se... trucidam.


Como é possível? Real. Não é ficção. Por isso disse a essa amiga do coração... «Olha, nós sabemos como... somos. Não se encontra muita gente decente na vida. Aqueles que temos a certeza... nunca os vou largar. Nunca.» Aqui... talvez. Na vida real, onde gosto e onde me sinto realmente à vontade... nunca os vou deixar. Estamos num «local» onde o erro não é permitido. Onde temos de estar sempre de «peito aberto»...


Deus nos livre de um dia não conseguirmos ser... coerentes...


A propósito de comentários num site

Paula Maçãs...


Pois... Mas sim. Sou tão, mas tão coerente... E sou muito vaidoso comigo. Como sabes... Sou muito puro. Muito cristalino. Não consigo enganar ninguém.


Tenho alguns defeitos. Algumas fraquezas. «Como sempre» estou bem. O que te incomodei foi mesmo para «chamar a tua atenção». Nunca me engano nas pessoas. Basta olhar para a cara delas. Bastou ver-te uma vez. Sentes o mesmo.


Somos o que somos. Sensatos, Cativantes, Civilizados, Humanos. E tão... mas tão sensíveis. A minha mais profunda certeza em relação a ti é que vou voltar a ver-te. Num lado qualquer, num lugar normal, numa hora... própria.


Nada acontece por acaso. Nem aquela história da Paula Maçãs.


Nesse sábado, tinha-me lembrado tanto de ti. O dia estava bom. Pensei que deverias estar a olhar o mar. Mas com tanta certeza que era como se estivesse a teu lado. Tem uma óptima vida.


Nunca te esqueças... Um dia... ao virares uma esquina, ao olhares por uma janela... eu vou lá estar. Vamos gostar de nos... ver. Ao menos isso. Devemos isso um ao outro.

Santa Catarina e não Calcutá...


«Cresceste»... Estás mais «pujante». Mais mulher. Menos «chorona». Falas com um à-vontade que, me deixou... quase estupefacto...


Uma verdade... O que não nos «mata» torna-nos mais «fortes». Mas o óptimo foi ter reparado que «arrancaste» e a grande velocidade para outros projectos... Que irão correr optimamente. Como desejamos. Aliás, até pela «originalidade»...


«Brincas» com as palavras como quem corre e volta atrás. Elevas o ritmo e baixas... consoante a minha necessidade. Sabes o que senti a determinada altura? Porra... o que me dizias há uns tempos concretizou-se. Tudinho. Bem dizias: «Calma... Vais ver que vais dar-me razão...» Pois...


Do alto onde nos encontrávamo-nos víamos o meu «sítio». Falámos e «glosámos» com o que nos envolvia. Era diferente. Um ambiente muito europeu. Mas, olha... estávamos tão «enquadrados»... Que vista que tinha para ti... Aquele calor que nos «derretia», aquele cheiro envolvente que nos «adormecia» e a tua presença deixavam-me sem «pingo de calor»...


Estás, és e serás sempre uma das mulheres mais bonitas da «minha vida». Onde a palavra Amiga encontra um excelente porto de abrigo... O teu sentido estético é enorme. A tua sensibilidade enquanto artista leva-te a nunca estares... «morna».


Por vezes, até eu gostava de ter sido... médico...

Bom dia, alegria...


Raciocínio no máximo, concentração idem, juizinho assim assim (volta e meia um disparate até faz falta... mas sem abusar muito, é claro..)


E sorte. Muita sorte. Com clarividência, sabedoria, «olhos bem abertos» e «peito feito»...


Embora.


Rumo à Vida... Beijinho de quem te adora...

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Lembra-te de mim...

Olá...

Boa noite...

Vi o teu comentário ao que tinha escrito... .

Sorri.

Emocionado, pensei para mim: «Não é para ti o texto, doce foca».

Existiu outra pessoa na minha vida. Importante também. Não tanto como tu. Mas que me fez crescer. Que me deu tranquilidade de espírito. Mulher enorme e quase que... enfim.

Lembra-te. Falei-te dela. Um dia...

Tu és única. O teu texto é «outro». Está escrito. Falta publicar...

Ainda estou a escolher o quadro. Esse é o nosso. É a minha história de amor contigo.

Beijinho.

Vou amar-te a vida toda. Tenho essa certeza.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Tão-somente...

Diz-me como está o mar. Diz-me se revolto. Diz-me que me revolto. Diz-me a raiva. Diz-me os olhos fechados. O corpo escondido. Diz-me dos cabelos. Diz-me dos dedos nos cabelos. Diz-me do abraço pela cintura. A nuca descoberta. Diz-me do morder. Diz-me a pele. Diz-me do esfregar. Do acariciar, diz-me. Diz-me do seio tomado. Nas mãos, os seios. Diz-me dos lábios. Fortes e fracos. Diz-me dos beijos corpo afora. Diz-me das pernas que se abrem. Diz-me da demora.

Olhar. Ponta da língua. Diz-me do tango. Diz-me do ritmo dos sexos. Compassos desacertados. Diz-me da vontade. Diz-me do cheiro. Do suor. Diz-me do fogo. Diz-me da insuportabilidade do momento. Sustido. Diz-me que recomeças. Diz-me que não me obedeces. Diz-me que não posso dizer. Diz-me que sou somente. Diz. Soletra o desejo: reúne as sílabas: diz o meu nome. . . . . é num murmúrio que me venho.

Sou homem e mulher. Somos «juntos». Estamos «juntos». Somos talvez um «tão-somente»... Não sabes o que significa? É isso mesmo. Ninguém sabe. Vale para tudo...

Quão difícil é pegar em «cacos» e construir novamente uma vida aventurada.

Não. Não tenhas medo. Só tens de te deixar ir.

O corpo pede corpo. O olhar pede olhar. A vida pede para a deixarem viver... tão-somente!!!

domingo, 10 de maio de 2009

Sai...

Finge que nunca me conheceste... É o melhor...

Nunca mais respondas... Estou muito cansado. Disto.

Sabes porquê? Comecei a ajudar toda a gente. A ser agradável e simpático. Estou de rastos... Arrasado. Vazio. Oco.

Dou respostas e tento ajudar. Eu não descubro as minhas... Tu não me deste tempo. Nunca vais perceber. És demasiado egoísta «comigo». Isso arrasa-me.

Não tens a sabedoria toda. Não sabes tudo da vida. Sofres mas não sabes «sofrer».

É o que sinto. Só isso. Só te peço mais «uma coisa»: um dia vais voltar a ver-me. Eu tenho a certeza. Faz uma coisa... «muda de passeio». Finge que não me conheces...

Depois de ler a mensagem fico com esta sensação: não sei se foste a melhor ou a pior... és-me indiferente. É como gostas de proceder comigo. Devo ser a única pessoa que tratas mal conscientemente. Dá-te prazer. Sentes-te bem a maltratar-me. Dá-te poder. O poder que te falta depois para «resolveres bem a parte mal resolvida da tua vida».

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Psiuuuu....

Este psiuu tem que se lhe diga...

Nunca cheguei a perceber bem se seria com P grande ou pequeno. Era sempre uma chamada de atenção para qualquer coisa. Com sabor, cheiro, ternura, cheio de «conforto».

quele conforto que nos traz sempre de volta... aquele «porto de abrigo» que teima em não «partir» a corda.

Recordações sim, claro. As coisas boas. O sol no Verão. O «adeus» das gaivotas na Primavera. O cair da «água chuva» neste Inverno. O frio.

Espera. Está quase. Está quase novamente o sol. Abre as portas. Deixa entrar o sol. Deixa brilhar. Brilha. Brilha tu...

Encosta-te à parte boa da vida. É para lá que pende sempre a bússola das pessoas «enormes».

E como recordar é quase como «visitar quem nos trata bem», dedico-te esta música: http://www.youtube.com/watch?v=nzv9R5kFnLk

Vida em «câmara lenta», ok? Para irmos apreciando todos os momentos bons.

Fora de jogo...

Sempre disseste que não percebias de «bola»... Que tinhas ouvido falar mas que não ligavas. Tinhas, inclusivamente, ouvido falar de um tal de Liedson, o «levezinho», como lhe chamam...

Tentei explicar-te, por «palavras», sempre, como é lógico... que esta estória do «pontapé na xinxa» é intrinsecamente ancestral. Faz parte da nossa vida. Da nossa cultura. Do nosso dia-a-dia.

O futebol faz parte da «nossa família». Tratamos e falamos dos jogadores como, diariamente, se sentassem à «mesa connosco». Expliquei-te o que era o «off-side», o «play-off», o «manager», o «director desportivo»... Penso até que que te falei da angústia que sofre o guarda-redes no momento do «penalty»...

Começaste a entender o «jogo». Envolveste-te na dinâmica que é sentir o calor e o «clamor» de um estádio cheio a aplaudir uma equipa. Da força e motivação que isso oferece. Do conforto e «reconforto» que é ouvir, em uníssono, uma multidão a chamar por nós... Pelo nosso nome.

Contigo, sendo eu um entusiasta nesta «modalidade»... falhei... Quando me preparava para «marcar o 'penalty'»... escorreguei...

Mesmo sendo «capitão» de equipa nunca consegui chegar à «primeira linha». Não faz mal... Só ter estado no «lote dos convocados»... para mim... já valeu a pena...

Que estejas fixe...

Só mais uma coisa. Dentro de água... também se pode jogar à bola. Mas com as mãos...

Sentidos prazeres...

Sentir por sentir... Sentir quem nos toca. Quem não nos pede nada em troca.

Quem somente nos olha...

Gosto de vinho tinto. Acho que existe mesmo uma reciprocidade. «Ele» também gosta que eu o aprecie...

Começar do nada. Tão-somente gostos comuns, sentidos sentires, sensibilidades sentidas e não... forçadas como tantas vezes acontecem por aí.

Olhares que se trocam. Toques que se tocam. Corações que se ouvem. Beijos. Sim... beijos. Beijinho bom... como gosto tanto de dedicar. Ou beijo... «aninhado» como tantas vezes «ouvi».
Prazer e prazeres também. Tanto e tantos.

Tenho mesmo para comigo que... de uma «pedra» se faz uma estória... A vida é mesmo feita de coisas simples...

Mulher inteira. A sério.

Fernando, até sempre...

Olá meu caro amigo...

Na verdade, tenho uma «vaga» ideia de si… Recebi, com muita surpresa, o seu e-mail. E estou zangado consigo. Porquê? Ainda tem a lata de perguntar? Mas eu vou responder, com toda a verdade e sinceridade.

O meu amigo fez apenas isto: comoveu-me até às lágrimas. Isto de ser velho dá logo para a mariquice… Gostei imenso das suas palavras.

Tenho saudades vossas. Há coisas irrepetíveis, que nos deixam imensas saudades. Volto a dizer que tenho imensas saudades vossas. Até parece que já estou gagá… Os 72 não perdoam… Faltam-me palavras.

Espero que um dia destes, ou uma noite destas, possamos tomar uma bica.
Um grande abraço para si e outros para quem ainda se lembrar de mim.
Até breve Fernando

Fragmentos e beleza...

Como «meia dúzia de palavras» têm o condão de nos deixar contentes...

Repara... Obrigado pelos beijos... pela simpatia... Também para ti, doce menina, uma excelente semana...

Estás linda... Beijinho. Que estejas fixe...

Não tenho necessidade de te elogiar... Estás deslumbrante... Sabes que sim.

Quando quiseres estou sempre lá. És a mulher mais bonita que conheço. No seu todo... Entristece-me quem não possa perceber que as palavras são exactamente aquilo que parecem... São mesmo. As «entrelinhas» são importantes. Também. Tanto.

Margem e tanto amor...

Nunca deixes de lutar por um amor na... vida!!! Sei que te cansaste.

Eu também. Ninguém vai voltar atrás... como ambos percebemos. Mas, como muitas vezes te disse: vivo o dia-a-dia mas sempre com alguma coisa em mente.

Vivi muito intensamente a nossa relação, cansei-me muito mas fui muito feliz. E isso é que me interessa. Ser feliz. Passei contigo alguns dos melhores momentos da minha vida. Isso é que me interessa. Sei que também b te sentiste bem e... mal.

Faz parte da vida. Não é por causa disso que te deixo de adorar. Sim, adoro-te. E sei que um dia vou ficar contigo. São os tais sonhos. E eu às vezes sonho...