Olá...
Boa noite...
Vi o teu comentário ao que tinha escrito... .
Sorri.
Emocionado, pensei para mim: «Não é para ti o texto, doce foca».
Existiu outra pessoa na minha vida. Importante também. Não tanto como tu. Mas que me fez crescer. Que me deu tranquilidade de espírito. Mulher enorme e quase que... enfim.
Lembra-te. Falei-te dela. Um dia...
Tu és única. O teu texto é «outro». Está escrito. Falta publicar...
Ainda estou a escolher o quadro. Esse é o nosso. É a minha história de amor contigo.
Beijinho.
Vou amar-te a vida toda. Tenho essa certeza.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Tão-somente...
Diz-me como está o mar. Diz-me se revolto. Diz-me que me revolto. Diz-me a raiva. Diz-me os olhos fechados. O corpo escondido. Diz-me dos cabelos. Diz-me dos dedos nos cabelos. Diz-me do abraço pela cintura. A nuca descoberta. Diz-me do morder. Diz-me a pele. Diz-me do esfregar. Do acariciar, diz-me. Diz-me do seio tomado. Nas mãos, os seios. Diz-me dos lábios. Fortes e fracos. Diz-me dos beijos corpo afora. Diz-me das pernas que se abrem. Diz-me da demora.
Olhar. Ponta da língua. Diz-me do tango. Diz-me do ritmo dos sexos. Compassos desacertados. Diz-me da vontade. Diz-me do cheiro. Do suor. Diz-me do fogo. Diz-me da insuportabilidade do momento. Sustido. Diz-me que recomeças. Diz-me que não me obedeces. Diz-me que não posso dizer. Diz-me que sou somente. Diz. Soletra o desejo: reúne as sílabas: diz o meu nome. . . . . é num murmúrio que me venho.
Sou homem e mulher. Somos «juntos». Estamos «juntos». Somos talvez um «tão-somente»... Não sabes o que significa? É isso mesmo. Ninguém sabe. Vale para tudo...
Quão difícil é pegar em «cacos» e construir novamente uma vida aventurada.
Não. Não tenhas medo. Só tens de te deixar ir.
O corpo pede corpo. O olhar pede olhar. A vida pede para a deixarem viver... tão-somente!!!
Olhar. Ponta da língua. Diz-me do tango. Diz-me do ritmo dos sexos. Compassos desacertados. Diz-me da vontade. Diz-me do cheiro. Do suor. Diz-me do fogo. Diz-me da insuportabilidade do momento. Sustido. Diz-me que recomeças. Diz-me que não me obedeces. Diz-me que não posso dizer. Diz-me que sou somente. Diz. Soletra o desejo: reúne as sílabas: diz o meu nome. . . . . é num murmúrio que me venho.
Sou homem e mulher. Somos «juntos». Estamos «juntos». Somos talvez um «tão-somente»... Não sabes o que significa? É isso mesmo. Ninguém sabe. Vale para tudo...
Quão difícil é pegar em «cacos» e construir novamente uma vida aventurada.
Não. Não tenhas medo. Só tens de te deixar ir.
O corpo pede corpo. O olhar pede olhar. A vida pede para a deixarem viver... tão-somente!!!
domingo, 10 de maio de 2009
Sai...
Finge que nunca me conheceste... É o melhor...Nunca mais respondas... Estou muito cansado. Disto.
Sabes porquê? Comecei a ajudar toda a gente. A ser agradável e simpático. Estou de rastos... Arrasado. Vazio. Oco.
Dou respostas e tento ajudar. Eu não descubro as minhas... Tu não me deste tempo. Nunca vais perceber. És demasiado egoísta «comigo». Isso arrasa-me.
Não tens a sabedoria toda. Não sabes tudo da vida. Sofres mas não sabes «sofrer».
É o que sinto. Só isso. Só te peço mais «uma coisa»: um dia vais voltar a ver-me. Eu tenho a certeza. Faz uma coisa... «muda de passeio». Finge que não me conheces...
Depois de ler a mensagem fico com esta sensação: não sei se foste a melhor ou a pior... és-me indiferente. É como gostas de proceder comigo. Devo ser a única pessoa que tratas mal conscientemente. Dá-te prazer. Sentes-te bem a maltratar-me. Dá-te poder. O poder que te falta depois para «resolveres bem a parte mal resolvida da tua vida».
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Psiuuuu....
Este psiuu tem que se lhe diga...
Nunca cheguei a perceber bem se seria com P grande ou pequeno. Era sempre uma chamada de atenção para qualquer coisa. Com sabor, cheiro, ternura, cheio de «conforto».
quele conforto que nos traz sempre de volta... aquele «porto de abrigo» que teima em não «partir» a corda.
Recordações sim, claro. As coisas boas. O sol no Verão. O «adeus» das gaivotas na Primavera. O cair da «água chuva» neste Inverno. O frio.
Espera. Está quase. Está quase novamente o sol. Abre as portas. Deixa entrar o sol. Deixa brilhar. Brilha. Brilha tu...
Encosta-te à parte boa da vida. É para lá que pende sempre a bússola das pessoas «enormes».
E como recordar é quase como «visitar quem nos trata bem», dedico-te esta música: http://www.youtube.com/watch?v=nzv9R5kFnLk
Vida em «câmara lenta», ok? Para irmos apreciando todos os momentos bons.
Nunca cheguei a perceber bem se seria com P grande ou pequeno. Era sempre uma chamada de atenção para qualquer coisa. Com sabor, cheiro, ternura, cheio de «conforto».
quele conforto que nos traz sempre de volta... aquele «porto de abrigo» que teima em não «partir» a corda.
Recordações sim, claro. As coisas boas. O sol no Verão. O «adeus» das gaivotas na Primavera. O cair da «água chuva» neste Inverno. O frio.
Espera. Está quase. Está quase novamente o sol. Abre as portas. Deixa entrar o sol. Deixa brilhar. Brilha. Brilha tu...
Encosta-te à parte boa da vida. É para lá que pende sempre a bússola das pessoas «enormes».
E como recordar é quase como «visitar quem nos trata bem», dedico-te esta música: http://www.youtube.com/watch?v=nzv9R5kFnLk
Vida em «câmara lenta», ok? Para irmos apreciando todos os momentos bons.
Fora de jogo...
Sempre disseste que não percebias de «bola»... Que tinhas ouvido falar mas que não ligavas. Tinhas, inclusivamente, ouvido falar de um tal de Liedson, o «levezinho», como lhe chamam...
Tentei explicar-te, por «palavras», sempre, como é lógico... que esta estória do «pontapé na xinxa» é intrinsecamente ancestral. Faz parte da nossa vida. Da nossa cultura. Do nosso dia-a-dia.
O futebol faz parte da «nossa família». Tratamos e falamos dos jogadores como, diariamente, se sentassem à «mesa connosco». Expliquei-te o que era o «off-side», o «play-off», o «manager», o «director desportivo»... Penso até que que te falei da angústia que sofre o guarda-redes no momento do «penalty»...
Começaste a entender o «jogo». Envolveste-te na dinâmica que é sentir o calor e o «clamor» de um estádio cheio a aplaudir uma equipa. Da força e motivação que isso oferece. Do conforto e «reconforto» que é ouvir, em uníssono, uma multidão a chamar por nós... Pelo nosso nome.
Contigo, sendo eu um entusiasta nesta «modalidade»... falhei... Quando me preparava para «marcar o 'penalty'»... escorreguei...
Mesmo sendo «capitão» de equipa nunca consegui chegar à «primeira linha». Não faz mal... Só ter estado no «lote dos convocados»... para mim... já valeu a pena...
Que estejas fixe...
Só mais uma coisa. Dentro de água... também se pode jogar à bola. Mas com as mãos...
Tentei explicar-te, por «palavras», sempre, como é lógico... que esta estória do «pontapé na xinxa» é intrinsecamente ancestral. Faz parte da nossa vida. Da nossa cultura. Do nosso dia-a-dia.
O futebol faz parte da «nossa família». Tratamos e falamos dos jogadores como, diariamente, se sentassem à «mesa connosco». Expliquei-te o que era o «off-side», o «play-off», o «manager», o «director desportivo»... Penso até que que te falei da angústia que sofre o guarda-redes no momento do «penalty»...
Começaste a entender o «jogo». Envolveste-te na dinâmica que é sentir o calor e o «clamor» de um estádio cheio a aplaudir uma equipa. Da força e motivação que isso oferece. Do conforto e «reconforto» que é ouvir, em uníssono, uma multidão a chamar por nós... Pelo nosso nome.
Contigo, sendo eu um entusiasta nesta «modalidade»... falhei... Quando me preparava para «marcar o 'penalty'»... escorreguei...
Mesmo sendo «capitão» de equipa nunca consegui chegar à «primeira linha». Não faz mal... Só ter estado no «lote dos convocados»... para mim... já valeu a pena...
Que estejas fixe...
Só mais uma coisa. Dentro de água... também se pode jogar à bola. Mas com as mãos...
Sentidos prazeres...
Sentir por sentir... Sentir quem nos toca. Quem não nos pede nada em troca.
Quem somente nos olha...
Gosto de vinho tinto. Acho que existe mesmo uma reciprocidade. «Ele» também gosta que eu o aprecie...
Começar do nada. Tão-somente gostos comuns, sentidos sentires, sensibilidades sentidas e não... forçadas como tantas vezes acontecem por aí.
Olhares que se trocam. Toques que se tocam. Corações que se ouvem. Beijos. Sim... beijos. Beijinho bom... como gosto tanto de dedicar. Ou beijo... «aninhado» como tantas vezes «ouvi».
Prazer e prazeres também. Tanto e tantos.
Tenho mesmo para comigo que... de uma «pedra» se faz uma estória... A vida é mesmo feita de coisas simples...
Mulher inteira. A sério.
Quem somente nos olha...
Gosto de vinho tinto. Acho que existe mesmo uma reciprocidade. «Ele» também gosta que eu o aprecie...
Começar do nada. Tão-somente gostos comuns, sentidos sentires, sensibilidades sentidas e não... forçadas como tantas vezes acontecem por aí.
Olhares que se trocam. Toques que se tocam. Corações que se ouvem. Beijos. Sim... beijos. Beijinho bom... como gosto tanto de dedicar. Ou beijo... «aninhado» como tantas vezes «ouvi».
Prazer e prazeres também. Tanto e tantos.
Tenho mesmo para comigo que... de uma «pedra» se faz uma estória... A vida é mesmo feita de coisas simples...
Mulher inteira. A sério.
Fernando, até sempre...
Olá meu caro amigo...
Na verdade, tenho uma «vaga» ideia de si… Recebi, com muita surpresa, o seu e-mail. E estou zangado consigo. Porquê? Ainda tem a lata de perguntar? Mas eu vou responder, com toda a verdade e sinceridade.
O meu amigo fez apenas isto: comoveu-me até às lágrimas. Isto de ser velho dá logo para a mariquice… Gostei imenso das suas palavras.
Tenho saudades vossas. Há coisas irrepetíveis, que nos deixam imensas saudades. Volto a dizer que tenho imensas saudades vossas. Até parece que já estou gagá… Os 72 não perdoam… Faltam-me palavras.
Espero que um dia destes, ou uma noite destas, possamos tomar uma bica.
Um grande abraço para si e outros para quem ainda se lembrar de mim.
Até breve Fernando
Na verdade, tenho uma «vaga» ideia de si… Recebi, com muita surpresa, o seu e-mail. E estou zangado consigo. Porquê? Ainda tem a lata de perguntar? Mas eu vou responder, com toda a verdade e sinceridade.
O meu amigo fez apenas isto: comoveu-me até às lágrimas. Isto de ser velho dá logo para a mariquice… Gostei imenso das suas palavras.
Tenho saudades vossas. Há coisas irrepetíveis, que nos deixam imensas saudades. Volto a dizer que tenho imensas saudades vossas. Até parece que já estou gagá… Os 72 não perdoam… Faltam-me palavras.
Espero que um dia destes, ou uma noite destas, possamos tomar uma bica.
Um grande abraço para si e outros para quem ainda se lembrar de mim.
Até breve Fernando
Fragmentos e beleza...
Como «meia dúzia de palavras» têm o condão de nos deixar contentes...
Repara... Obrigado pelos beijos... pela simpatia... Também para ti, doce menina, uma excelente semana...
Estás linda... Beijinho. Que estejas fixe...
Não tenho necessidade de te elogiar... Estás deslumbrante... Sabes que sim.
Quando quiseres estou sempre lá. És a mulher mais bonita que conheço. No seu todo... Entristece-me quem não possa perceber que as palavras são exactamente aquilo que parecem... São mesmo. As «entrelinhas» são importantes. Também. Tanto.
Repara... Obrigado pelos beijos... pela simpatia... Também para ti, doce menina, uma excelente semana...
Estás linda... Beijinho. Que estejas fixe...
Não tenho necessidade de te elogiar... Estás deslumbrante... Sabes que sim.
Quando quiseres estou sempre lá. És a mulher mais bonita que conheço. No seu todo... Entristece-me quem não possa perceber que as palavras são exactamente aquilo que parecem... São mesmo. As «entrelinhas» são importantes. Também. Tanto.
Margem e tanto amor...
Nunca deixes de lutar por um amor na... vida!!! Sei que te cansaste.
Eu também. Ninguém vai voltar atrás... como ambos percebemos. Mas, como muitas vezes te disse: vivo o dia-a-dia mas sempre com alguma coisa em mente.
Vivi muito intensamente a nossa relação, cansei-me muito mas fui muito feliz. E isso é que me interessa. Ser feliz. Passei contigo alguns dos melhores momentos da minha vida. Isso é que me interessa. Sei que também b te sentiste bem e... mal.
Faz parte da vida. Não é por causa disso que te deixo de adorar. Sim, adoro-te. E sei que um dia vou ficar contigo. São os tais sonhos. E eu às vezes sonho...
Eu também. Ninguém vai voltar atrás... como ambos percebemos. Mas, como muitas vezes te disse: vivo o dia-a-dia mas sempre com alguma coisa em mente.
Vivi muito intensamente a nossa relação, cansei-me muito mas fui muito feliz. E isso é que me interessa. Ser feliz. Passei contigo alguns dos melhores momentos da minha vida. Isso é que me interessa. Sei que também b te sentiste bem e... mal.
Faz parte da vida. Não é por causa disso que te deixo de adorar. Sim, adoro-te. E sei que um dia vou ficar contigo. São os tais sonhos. E eu às vezes sonho...
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