domingo, 10 de maio de 2009

Sai...

Finge que nunca me conheceste... É o melhor...

Nunca mais respondas... Estou muito cansado. Disto.

Sabes porquê? Comecei a ajudar toda a gente. A ser agradável e simpático. Estou de rastos... Arrasado. Vazio. Oco.

Dou respostas e tento ajudar. Eu não descubro as minhas... Tu não me deste tempo. Nunca vais perceber. És demasiado egoísta «comigo». Isso arrasa-me.

Não tens a sabedoria toda. Não sabes tudo da vida. Sofres mas não sabes «sofrer».

É o que sinto. Só isso. Só te peço mais «uma coisa»: um dia vais voltar a ver-me. Eu tenho a certeza. Faz uma coisa... «muda de passeio». Finge que não me conheces...

Depois de ler a mensagem fico com esta sensação: não sei se foste a melhor ou a pior... és-me indiferente. É como gostas de proceder comigo. Devo ser a única pessoa que tratas mal conscientemente. Dá-te prazer. Sentes-te bem a maltratar-me. Dá-te poder. O poder que te falta depois para «resolveres bem a parte mal resolvida da tua vida».

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