Finge que nunca me conheceste... É o melhor...Nunca mais respondas... Estou muito cansado. Disto.
Sabes porquê? Comecei a ajudar toda a gente. A ser agradável e simpático. Estou de rastos... Arrasado. Vazio. Oco.
Dou respostas e tento ajudar. Eu não descubro as minhas... Tu não me deste tempo. Nunca vais perceber. És demasiado egoísta «comigo». Isso arrasa-me.
Não tens a sabedoria toda. Não sabes tudo da vida. Sofres mas não sabes «sofrer».
É o que sinto. Só isso. Só te peço mais «uma coisa»: um dia vais voltar a ver-me. Eu tenho a certeza. Faz uma coisa... «muda de passeio». Finge que não me conheces...
Depois de ler a mensagem fico com esta sensação: não sei se foste a melhor ou a pior... és-me indiferente. É como gostas de proceder comigo. Devo ser a única pessoa que tratas mal conscientemente. Dá-te prazer. Sentes-te bem a maltratar-me. Dá-te poder. O poder que te falta depois para «resolveres bem a parte mal resolvida da tua vida».
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