sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Suave e doce Luzinha...

Quero Tudo escrevia alguém... Texto profundíssimo. Muito íntimo. Muito terno...

É impossível. Ninguém pode ter!!! Tudo!!! Felizmente que «nunca acontece». Lembro agora palavras sábias que me diziam: «Só podes estar em plenitude. A 100 por cento. Nunca a 95. Nunca a 99...»

Não sei gostar de outra forma. Tem sempre de ser assim. O melhor e o pior da vida. Quem ama em plenitude... Com a consciência que não «fere», que não «agride», que não «molesta»...

Dizíamos, por vezes: «Amo-te tanto que te... odeio»! Era verdade. É verdade hoje ainda. Talvez agora mais «tranquilamente». Como que querendo esvanecer qualquer coisa. Viver «um e outro» é diferente. Um para o outro. Lado a lado. Não assim... Não pode ser assim...

És diferente. Às vezes dava comigo a pensar em como concentrar-me. Desconcentraste-me por completo. Durante este tempo «passei-me». Tive sempre a sensação que não «estive cá». Que não «estive contigo»... Que não estiveste comigo.

Sei que sim. Sei que estivemos. Que nos olhámos. Que nos tocámos. Pelo «inesperado» da nossa relação. Pela sedução. Pela ternura. Pelas lágrimas... claro! Se não fosse também «com elas»...

Também pela cumplicidade. Pelo «toque». Pelo corpo. Pelo amor... Valeu a pena. Sim. Valeu a pena. Muito. Sempre. Como ainda agora... Inesquecível será. Por tudo.

Amar para além de amar-te... Fomos nós que o fizemos...

Ainda bem que há amor assim...

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