
«Cresceste»... Estás mais «pujante». Mais mulher. Menos «chorona». Falas com um à-vontade que, me deixou... quase estupefacto...
Uma verdade... O que não nos «mata» torna-nos mais «fortes». Mas o óptimo foi ter reparado que «arrancaste» e a grande velocidade para outros projectos... Que irão correr optimamente. Como desejamos. Aliás, até pela «originalidade»...
«Brincas» com as palavras como quem corre e volta atrás. Elevas o ritmo e baixas... consoante a minha necessidade. Sabes o que senti a determinada altura? Porra... o que me dizias há uns tempos concretizou-se. Tudinho. Bem dizias: «Calma... Vais ver que vais dar-me razão...» Pois...
Do alto onde nos encontrávamo-nos víamos o meu «sítio». Falámos e «glosámos» com o que nos envolvia. Era diferente. Um ambiente muito europeu. Mas, olha... estávamos tão «enquadrados»... Que vista que tinha para ti... Aquele calor que nos «derretia», aquele cheiro envolvente que nos «adormecia» e a tua presença deixavam-me sem «pingo de calor»...
Estás, és e serás sempre uma das mulheres mais bonitas da «minha vida». Onde a palavra Amiga encontra um excelente porto de abrigo... O teu sentido estético é enorme. A tua sensibilidade enquanto artista leva-te a nunca estares... «morna».
Por vezes, até eu gostava de ter sido... médico...
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