
Surpresa... Uma reportagem sobre pessoas «menos normais», passada há poucos minutos na SIC, levou-me a... pensar, como de um momento para o outro, uma opinião pode mudar. Centrava-se a reportagem àcerca de dois irmãos, adeptos de um clube de futebol, que foram ver a «primeira derrota» do clube ao Estádio... do Sport Lisboa e Benfica...
O rapaz, conhecedor e muito, da realidade «encarnada», debitava «conhecimentos» para a pessoa ao lado, depreendo que fosse o pai. Mas o que «marcou» foi o... final.
Na garagem, onde os jogadores guardam as suas potentes «bombas», os irmãos aguardavam-nos. E... é aqui que o que é... não é. Os atletas, com um grande sorriso, depois de uma derrota dura, cumprimentaram-nos efusivamente. Não com aquele sentimento de «pena» com que se olha para uma pessoa «diferente» mas com uma «altivez humana» que, pensava, não fosse comum. Pensava. Um sorriso que não era fingido. Uma palavra que não era «encenada». Uma «teatralidade que não era... «teatral».
Lembrei-me de quem faz o brilhante papel de, enquanto anónimos voluntários, ajudarem «outros» sem nada pedir. Probono como tão bem diz uma pessoa do coração. O agradecimento? Talvez um sorriso... tão-somente. É verdade... Uma opinião que muda. A minha...
The art of the... heart. Para ti, menina doce da mesma margem, que numa hora «mais difícil» da tua vida tornas fácil a difícil tarefa que é... falar com o... coração.
Que nunca tenhas frio...
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