Queria dizer algo mas a «inspiração» foi-se...
Sei que mesmo naquela fase «de amigos» era assim. Sempre perigoso... claro!
Grande cumplicidade, grande ternura, grande... ansiedade... Pouca tranquilidade! Pois...
Lembro a doce Ana, a «minha» voz mais ternurenta, que nos seus vaivéns entre a Ericeira e a sua existência, refere-se sempre com enorme paixão às suas «urzes», aos seus «cálices», aos seus «champanhes», às suas «rosas». Como ela gosta de sonhar... Como nos leva a sonhar...
Obrigado por me dares essa capacidade... E sim... Sonhei. Durante algum tempo. Um sonho, novamente, algo «perigoso» mas são «aqueles» que mais me apetece... sonhar... Sempre em verdade. Sempre em consciência. Mas... arriscando em demasia a minha «suave» tranquilidade... Acho até que talvez tenha ido «longe demais»... Utopias e incongruências... Afinal, tens 29 anos...
Dizia-te «my love»... És doce, intranquila, insubmissa, pouco fria, sabes o que queres e o que não queres, procuras o teu caminho... Vais encontrá-lo... Uma «Suave Tranquilidade» para a tua Vida.
Beijinho no teu coração...
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