
Nunca duvidei...
«Aquele» rio corre mesmo para o mar... Olhei para dentro. Vi-te em profundidade. Foi a primeira vez que te achei... surpreendida. Porra. Pensei: «Consegui mesmo dizer-lhe isto?»
A partir daí foi um «mundo ao contrário». «Curei-me». Dás-me em excesso. Habituas-me mal... Mimas-me tanto... Foi tudo. O sítio. A luz. Tu. O «teatro». O cenário.
Consigo absorver tudo mas do «outro lado». O Cristo Rei de onde estávamos é muito mais bonito. De certeza que era por estares do/ao meu lado... Ah... ela já me viu de manhã. Olhou-me. Não se lembrou. Não se «lembrou» que hoje é o «meu dia». Está zangada ainda, sabes? Bastante. Acho que não errei com ela. Podia ter sido menos... impulsivo. Mas não sei ser de outra forma. Vai ter os outros dias todos do ano para se lembrar do pai...
Ando a ouvir insistentemente no meu i-pod Broken Strings, de James Morrison. Logo a seguir vem Pode Alguém Ser Quem Não É, de Sérgio Godinho. Bob Seger também «lá está», com Against the Wind... Beijinho. Desculpa fumar tantos cigarros teus... é que além de me «enregelares» a alma ainda me... pões nervoso!!!
gusto su blog...esta practica bem para mim com meu portuguese. Se queria practicar lendo en englais, ler meu blog, clarityinthedefaultworld.blogspot.com .
ResponderEliminarCiao,
Clarity